Amigos Leitores! Cá estou eu denovo. Primeiro, peço desculpas por ter parado de escrever subitamente, mas é que um grande amigo meu veio ter uma comigo. Segundo, era uma cousa que estava martelando minha cabeça desde que comecei a escrever: qual é o barulho que vocês acham que uma cabeça faz ao ser pressionada por uma maça?
Pois é, ouvi muito deste barulho hoje. Acabamos de derrotar os Bárbaros Sádicos após um cerco de mais de 60 sóis. Olha, eu não sou de reclamar, mas dois meses olhando para a mesma coisa e ficar tão parado assim, chega a ser muito tedioso.
A sorte nossa é que as vezes vinham caravanas de comerciantes desavisados e abarrotados de ouro, jóias, tecido e vinhos. Ora, nós pilhávamos o dinheiro, decapitávamos os homens e arremessávamos suas cabeças. O que era mais tragicômico era quando nós errávamos a mira da catapulta e acertávamos a muralha do castelo: era cérebro pra todo lado.
Bom, não sei como vocês fariam pra dominar uma fortaleza de muralhas de 6 metros de altura e 4 de comprimento, a gente fez assim.
Quando os Bárbaros Sádicos resignaram e abriram os portões do castelo foi aquela muvuca. Mulher gritando, criança sendo pisoteada pro cavalos, uma loucura. Eu mal consegui achar uma bateria pro meu coração mecânico.
Olá amigos leitores! Blog do João Maricato, com a surpreendente saga do rei João II. Será que esse intrépido aventureiro e rei acabará preso nas garras de um dragão frenético? Será ele encantado por uma fada malandra? Fique sabendo o desenrolar dessa história aqui! no blog do Ócio Produtivo! O ócio que faz produzir!
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
Post Rei da Terra Perdida
Olá amigos leitores! Aqui quem vos escreve é o rei João II, filho de José e neto de João, mas não éramos de família nobre até alguns invernos atrás.
Após várias revoltas causarem a total queda do antigo rei Ricardo, o Insano, eu não passava de um estudante da UTP (Universidade da Terra Perdida).
Hoje eu vos escrevo da barulhenta taverna do Grifo Verde. Apesar do nome, a taverna não passa de um sobrado pobre e amarelo. Sou um rei, mas não esqueço que vim da camada pobre, e com meus soldados eu comemoro. E cá entre nós, nada melhor que comemorar os espólios ganhos na taverna.
Percebo que deixei alguns pontos soltos, vou retornar a contar como me tornei rei.
Estava eu na taverna do Pirata Maluco (está é muito boa, era abarrotada de bosn trovadores) quando entrou um raparigo na taverna, bravejando sobre a morte do rei Ricardo, o Insano. Foi aquele rebuliço. Todo mundo se utilizou da morte do coitado para destruir a taverna, robar uns barris de cerveja, tocar fogo nas meretrizes, jogar janelas pela janela. Acho que nem ouviram o rapaz, ou sei lá, eles nem pensaram no assunto. Simplesmente balbúrdia (isso dá até nome pra banda hem).
Falando em Pirata Maluco, lembrei da história de quando naveguei no Mar das Baleias Roliças. Me recordo do quão aterrorizadoras/frustrantes eram aquelas baleias. Elas vieram revoltadas, nervosas, e babando em nossa direção. Eu, apesar de sempre ter tido espírito de rei, quase morri de medo. O capitão do navio, um velhinho esperto que só, começou a jogar os barris de carne conservada em banha para as baleias. E então eu descubri por que das baleias serem chamadas de roliças. Elas ficaram todas contentes com a gordura em alto-mar. Como eu disse: frustrante. Achei que seria o dia que eu ia pagar as dívidas com Deus, e elas simplesmente sairam voando felizes.
Após várias revoltas causarem a total queda do antigo rei Ricardo, o Insano, eu não passava de um estudante da UTP (Universidade da Terra Perdida).
Hoje eu vos escrevo da barulhenta taverna do Grifo Verde. Apesar do nome, a taverna não passa de um sobrado pobre e amarelo. Sou um rei, mas não esqueço que vim da camada pobre, e com meus soldados eu comemoro. E cá entre nós, nada melhor que comemorar os espólios ganhos na taverna.
Percebo que deixei alguns pontos soltos, vou retornar a contar como me tornei rei.
Estava eu na taverna do Pirata Maluco (está é muito boa, era abarrotada de bosn trovadores) quando entrou um raparigo na taverna, bravejando sobre a morte do rei Ricardo, o Insano. Foi aquele rebuliço. Todo mundo se utilizou da morte do coitado para destruir a taverna, robar uns barris de cerveja, tocar fogo nas meretrizes, jogar janelas pela janela. Acho que nem ouviram o rapaz, ou sei lá, eles nem pensaram no assunto. Simplesmente balbúrdia (isso dá até nome pra banda hem).
Falando em Pirata Maluco, lembrei da história de quando naveguei no Mar das Baleias Roliças. Me recordo do quão aterrorizadoras/frustrantes eram aquelas baleias. Elas vieram revoltadas, nervosas, e babando em nossa direção. Eu, apesar de sempre ter tido espírito de rei, quase morri de medo. O capitão do navio, um velhinho esperto que só, começou a jogar os barris de carne conservada em banha para as baleias. E então eu descubri por que das baleias serem chamadas de roliças. Elas ficaram todas contentes com a gordura em alto-mar. Como eu disse: frustrante. Achei que seria o dia que eu ia pagar as dívidas com Deus, e elas simplesmente sairam voando felizes.
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